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Como comprar Flibanserin em farmácias brasileiras?
O Flibanserin, comercializado como Addyi®, não é vendido livremente em farmácias convencionais no Brasil. Ele requer prescrição médica especializada e autorização da Anvisa. Para adquirir o medicamento, é necessário consultar um ginecologista ou psiquiatra, que avaliará a indicação e emitirá a receita. Em alguns casos, é possível encontrar opções similares em farmácias de manipulação, mas com componentes equivalentes.
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Existe Flibanserin genérico no Brasil?
Atualmente, não há versão genérica de Flibanserin aprovada pela Anvisa. O medicamento é protegido por patente e comercializado exclusivamente como Addyi®. No entanto, existem alternativas terapêuticas com substâncias semelhantes, como Bremelanotida (Vyleesi®), indicado para disfunção sexual feminina. Consulte seu médico sobre opções de substituição segura.
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Posso pedir Flibanserin online no Brasil?
A compra de Flibanserin pela internet é permitida apenas em farmácias autorizadas pela Anvisa, que exigem prescrição médica digitalizada. Sites irregulares que oferecem o medicamento sem receita operam ilegalmente e representam riscos à saúde. Para garantir segurança, verifique o registro da farmácia online no portal da Anvisa antes de efetuar a compra.
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Quais são as alternativas ao Flibanserin no Brasil?
As principais alternativas ao Flibanserin incluem:
- Bremelanotida (Vyleesi®): Injetável para disfunção do desejo sexual feminino (DSF).
- Testosterona tópica: Usada off-label em casos de baixa libido, sob supervisão médica.
- Fármacos antidepressivos: Como a Duloxetina, que podem ser ajustados para reduzir efeitos colaterais sexuais.
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Suplementos naturais: Triboletan® e Afrodita®, que contêm ingredientes estimulantes do desejo.
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Onde encontrar Flibanserin em farmácias de manipulação?
Farmácias de manipulação não produzem Flibanserin diretamente, mas preparam fórmulas com substâncias correlatas, como Testosterona ou Dehidroepiandrosterona (DHEA). Essas opções devem ser prescritas por especialistas e são direcionadas a pacientes com deficiências hormonais comprovadas.
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Quanto custa Flibanserin no Brasil?
O preço de Flibanserin (Addyi®) varia entre R$ 1.200,00 e R$ 1.800,00 por mês de tratamento, dependendo da farmácia e região. Como alternativa mais acessível, a Bremelanotida custa cerca de R$ 900,00 por dose injetável. Suplementos manipulados podem sair por R$ 300,00 a R$ 600,00, mas exigem acompanhamento médico.
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Flibanserin é seguro para mulheres com hipertensão?
O Flibanserin interage com nitratos e antidepressivos, aumentando o risco de hipotensão. Pacientes com pressão alta devem informar ao médico sobre outros medicamentos em uso. Estudos sugerem que mulheres com histórico cardiovascular precisam de avaliação prévia para evitar complicações.
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Quais são os efeitos colaterais do Flibanserin?
Os efeitos mais comuns incluem tontura, sonolência e náuseas. Em casos raros, pode causar desmaios ou interações medicamentosas graves. O uso de álcool é proibido durante o tratamento. Pacientes devem evitar atividades que exijam atenção intensa, como dirigir, nas primeiras horas após a ingestão.
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Existe versão líquida de Flibanserin?
Não há versão líquida comercializada no Brasil. Farmácias de manipulação podem preparar soluções com princípios ativos similares, como a Testosterona, mas essas fórmulas não são equivalentes ao Flibanserin.
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Flibanserin é indicado para mulheres na menopausa?
Sim, mas sob supervisão endócrina. A menopausa reduz os níveis de estrogênio, afetando o desejo sexual. O Flibanserin age no sistema nervoso central para estimular a libido, mas não corrige alterações hormonais. Em muitos casos, terapia de reposição hormonal (TRH) é combinada para resultados melhores.
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Por que Flibanserin demora para fazer efeito?
O medicamento precisa de 4 a 8 semanas para regular a atividade cerebral relacionada ao desejo. Pacientes devem tomar diariamente, mesmo sem sintomas imediatos. A persistência é fundamental, pois o cérebro leva tempo para se adaptar aos novos estímulos químicos.
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Flibanserin é direito para mim?
A adequação do Flibanserin depende do tipo de disfunção sexual e histórico clínico:
- Baixo desejo hipocítico: Ideal para mulheres com falta de interesse persistente, sem causas hormonais.
- Efeitos colaterais de antidepressivos: Pacientes que usam inibidores da serotonina (ISRS) podem se beneficiar, mas precisam de ajuste de doses.
- Problemas emocionais ou relacionais: O medicamento não resolve questões psicológicas; terapias comportamentais são recomendadas em paralelo.
- Doenças crônicas: Pacientes com diabetes ou obesidade devem discutir riscos com endocrinologistas, já que essas condições afetam a resposta ao tratamento.
- Uso de álcool ou drogas: Contraindicado, pois aumenta os efeitos sedativos e o risco de sobredosagem.
A decisão deve ser tomada com base em exames clínicos e avaliação multidisciplinar. Nunca inicie o tratamento sem orientação médica.